O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, disse nesta terça-feira, 19, que o seu partido vai levar à Assembleia Nacional, o pacto de estabilidade política e económica para a discussão dos deputados, apesar de o Governo angolano o ter rejeitado, justificando que o actual contexto político e institucional do país não justifica a adopção de mecanismos dessa natureza.
O maior líder da oposição considera que apesar da rejeição do Governo, ainda se justifica que o seu partido continue a levar debates sobre o pacto de estabilidade democrática, com vista a proporcionar um ambiente de diálogo e promoção da justiça bem como reformas estruturais e funcionais que o país ainda precisa.
“Embora que o Executivo angolano tenha rejeitado a proposta que apresentamos em audiência formal, o debate foi positivo e ficou a vontade de o pacto de estabilidade democrática ser debatido na Assembleia Nacional”, disse o presidente da UNITA após uma audiência com o Presidente da República, João Lourenço.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, disse nesta terça-feira, 19, que o seu partido vai levar à Assembleia Nacional, o pacto de estabilidade política e económica para a discussão dos deputados, apesar de o Governo angolano o ter rejeitado, justificando que o actual contexto político e institucional do país não justifica a adopção de mecanismos dessa natureza.
O maior líder da oposição considera que apesar da rejeição do Governo, ainda se justifica que o seu partido continue a levar debates sobre o pacto de estabilidade democrática, com vista a proporcionar um ambiente de diálogo e promoção da justiça bem como reformas estruturais e funcionais que o país ainda precisa.
“Embora que o Executivo angolano tenha rejeitado a proposta que apresentamos em audiência formal, o debate foi positivo e ficou a vontade de o pacto de estabilidade democrática ser debatido na Assembleia Nacional”, disse o presidente da UNITA após uma audiência com o Presidente da República, João Lourenço.
Adalberto Costa Júnior assegura que o documento não se limita apenas aos partidos políticos, sendo que foram partilhados com vários seguimentos da sociedade angolana, com vista a se traçar um novo rumo para o país nos próximos tempos.
Esta insistência da UNITA surge numa altura em que o Executivo manifesta que, os pactos políticos são normalmente celebrados em contextos de transição, ruptura ou crise institucional grave, situação que não se verifica em Angola.
O Governo sublinha que o país se encontra em paz desde 2002 e que, desde 2008, realiza regularmente processos eleitorais que legitimam, pelo voto popular, o exercício da acção governativa e legislativa, assegurando o funcionamento normal das instituições do Estado.
