O Serviço de Investigação Criminal em Luanda, deteve no Municipio da Samba, três cidadãos nacionais, com idades compreendidas entre os 21 e os 32 anos de idade, indiciados nos crimes de Associação Criminosa, Roubo Qualificado, Ameaças de Morte e Fabrico, tráfico, detenção e alteração de armas e munições proibidas.
REDACÇÃO JORNAL FAX
Segundo a fonte deste jornal, os factos ocorreram no passado dia 22 de julho de 2026, por volta das 15h30, na via pública, na rua do Gamek à direita, no bairro Morro Bento.
De acodo com a fonte, a lesada, uma cidadã de 56 anos de idade, fisioterapeuta de profissão, circulava na referida via quando foi surpreendida pelos suspeitos que faziam-se transportar numa motorizada de marca Apollo, de cor preta, e estavam munidos com uma arma de fogo do tipo pistola e sob ameaças de morte, subtraíram-lhe uma aliança de ouro, cujas imagens do crime foram gravadas e viralizaram nas redes sociais.
O trabalho minucioso de inteligência policial permitiu desmantelar a estrutura do grupo. Apurou-se que um dos detidos funcionava como o “logístico” do crime, porquanto era o responsável por fornecer a pistola e a motorizada usadas no assalto, e em troca do aluguer do material, recebia a quantia fixa de 10.000,00 Kz, além de uma percentagem dos bens roubados.
Durante a operação, os nossos operacionais procederam à apreensão imediata da motorizada e da pistola utilizados na acção criminal.
Em outra acção operativa, foi detido um cidadão de 31 anos de idade, indiciado no crime de Fabrico, tráfico, detenção e alteração de armas e munições proibidas.
A detenção ocorreu por volta das 10h45 do dia 30 de julho de 2026, na sequência de uma denúncia anónima que alertava para a presença de um indivíduo armado na via pública. Os operacionais do DIC-Samba deslocaram-se de imediato ao local, onde conseguiram localizar e interceptar o suspeito, e apuraram que a caçadeira lhe tinha sido entregue por um comparsa (actualmente em fuga) com o objetivo de ser vendida no mercado informal pelo valor de 100.000,00 kwanzas.
Para o cumprimento dos trâmites processuais, os (04) implicados foram apresentados ao Ministério Público e, posteriormente, ao Juiz de Garantias, que aplicou a medida de coação mais gravosa: a prisão preventiva.
