A UNITA reconhece que o Orçamento geral do Estado (OGE), prevê a compra de 600 autocarros, tendo sido aprovado uma verba de 7.115.145.270 mil milhões de Kwanzas, mais não diz que prevê a montagem de uma fábrica, nem o respectivo valor e muito menos fala de fases.
JORNAL FAX: PEDRO VICENTE
De acordo com principal partido da oposição, a racionalidade que é outro principio que também consta da Lei do OGE, possui universalmente requisitos, com destaque a eficácia e a eficiência na gestão dos recursos.
Para partido dos “maninhos”, ambos requisitos, significam que a medida a adoptar deve ser a mais indicada para a solução sustentável do problema de deve observar menos ou iguais recursos em relação às outras soluções de qualidade que o mercado oferece.
Para a UNITA, Angola independente há 49 anos, vive uma crise de transportes públicos que se agudiza a cada ano, com maior incidência nos principais centros urbanos e na ligação intermunicipais e provinciais, devido ao mau estado das vias, bem como a enorme pressão demográfica.
Na opinião do partido do galo nego, “este quadro critico e crónico, requer uma nova postura e atitude dos governantes, porque demanda uma política cuja a estratégia ataque de modo estruturante este grave problema, com soluções de longo prazo.
A UNITA considera que as respostas do Ministro dos Transportes não satisfizeram os deputados da Comissão da economia e Finanças da Assembleia Nacional, por isso, matem a sua posição aguarda pelos esclarecimentos que se impõem.
A UNITA diz ter noção exacta da escassez dos meios de transportes públicos para a mobilidade de pessoas e bens em todo o País. Porém entende que no âmbito dos procedimentos de formação dos contratos públicos, persiste a preferência exagerada do Títular do Poder executivo, em optar pela contratação simplificada, quando a Lei privilegia concursos abertos e impõe que esta medida seja apenas em situações excepcionais.
De acordo com a UNITA, essa postura contraria o combate a corrupção e favorecer as mesmas empresas, pois promove o peculato, os monopólios e oligopolias ligados as elites próximas ao Presidente da república.