A Sonangol fechou o ano de 2023 com um lucro de 1.356 milhões de dólares (1.245 milhões de euros). A petrolífera destaca a circunstância de ter alcançado este resultado numa situação de deterioração do preço médio do barril de petróleo. Em 2022, a Sonangol tinha registado um resultado líquido de 1,8 mil milhões de dólares (1,6  mil milhões de euros).

JORNAL FAX: PEDRO VICENTE
Nos últimos três anos a Sonangol tem mantido as contas no verde, dando assim consistência a uma trajetória de recuperação dos indicadores financeiros. Em 2020, o prejuízo então registado de 2,5 mil milhões de euros, fez soar os alarmes.

“Não obstante a redução em 20% do preço médio do barril de petróleo bruto, à escala mundial, das ramas comercializadas pela Sonangol, de 102,31 dólares para 82,04 dólares, a empresa prevaleceu sólida mantendo a estabilidade financeira e operacional durante o exercício do ano em referência”, sustenta a empresa liderada por Sebastião Gaspar Martins.

Em 2023, ainda de acordo com dados oficiais, a Sonangol obteve um volume de negócios de 11.483 milhões de dólares ( 10.546 milhões de euros) e um EBIDTA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 3.666 milhões de dólares (3.366 milhões de euros).
No relatório e contas, a Sonangol sublinha “a eliminação integral das reservas de auditoria nas subsidiárias pertencentes ao segmento nuclear (relacionadas com a atividade principal da empresa), assim como a contínua redução da materialidade das reservas de auditoria que ainda existem” e garante que “continua empenhada na eliminação integral das reservas de auditoria no segmento não nuclear a médio prazo”.

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