O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, disse, esta segunda-feira, em Luanda, que o impacto ambiental da exploração de recursos minerais representa uma preocupação do Estado angolano.

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“Por isso, tratando-se de recursos não renováveis, temos de assegurar hoje que as zonas nas quais se exerce a actividade extractiva tenham vida amanhã quando já não houver recursos minerais”, referiu o ministro de Estado ao discursar na abertura da Conferência Internacional “O Ministério Público e a Tutela do Ambiente: Desafios e Perspectivas”, no âmbito do 45.º aniversário da Procuradoria-Geral da República.

Na visão de Adão de Almeida, é por isso, bem-vinda a lei que criminaliza a exploração ilegal de minerais estratégicos, em fase final de aprovação pela Assembleia Nacional.

“A nossa contínua atenção tem que estar voltada também para o combate à caça furtiva que dizima a nossa fauna, à exploração ilegal e não sustentada de madeira, que põe em risco as florestas, bem como à pesca ilegal nos nossos mares, que é susceptível de ameaçar a sustentabilidade da economia do mar que muito tem a contribuir para o crescimento económico do país”, sublinhou. 

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