O Conselho da Administração da TCUL “ajoelhou-se” diante dos trabalhadores para os convencerem a influenciem o Governo da Província de Luanda, agora responsável da gestão da empresa, para continuarem à frente do destino da instituição.
Em resposta, os trabalhadores rejeitaram categoricamente afirmando que, o actual Conselho de Administração, não têm vindo a promover um ambiente de trabalho mais engajado e produtivo.
“Apelamos ao Governo da Província de Luanda, para não cometerem o erro aprovarem a continuação destes responsáveis que não tem boas praticas de gestão e transparência de fundos públicos”, apela os trabalhadores.
Eles esperam que o Governo da Província de Luanda, toma medidas cabíveis para corrigir as falhas do Conselho da Administração da TCUL e demonstrem que é possível promover mudanças positivas em prol do desenvolvimento da empresa.
Os trabalhadores alertam entre as principais situações a desorganização, a ausência de planeamento, e uma liderança negativa que tem gerado insatisfação entre os funcionários.
Refira-se que a gestão da empresa de Transporte Colectivo Urbano de Luanda (TCUL) passa, até ao final deste mês para a responsabilidade do Governo da Província de Luanda (GPL), anunciou quarta-feira, em Luanda.
Actualmente tutelada pelo ministério dos Transportes, a TCUL é a empresa estatal responsável pelo transporte público na capital angolana, desde 1988.
A medida visa assegurar a mobilidade urbana operada pela administração local, a partir dos governos provinciais e das administrações municipais, pelo facto de serem as entidades mais próximas dos cidadãos e rapidamente conseguem responder as necessidades locais.
Fundada em Fevereiro de 1988, actualmente, devido a recente divisão administrativa do país, a TCUL opera nas províncias de Luanda e do Icolo e Bengo, no município de Calumbo.
A empresa conta com uma frota de 600 autocarros, dos quais perto de 100 em operação, que transportar diariamente, em média, 10 mil passageiros.
